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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

À descoberta: Shakespeare and Company



A Shakespeare and Company é uma livraria que fica mesmo no centro de Paris, em Saint-Michel, mesmo ali ao lado do Notre-Dame. Para mais informações, clicar aqui!
É uma livraria linda onde se podem encontrar livros novos, antigos ou em segunda mão, a maior parte em inglês. Quando se entra sente-se logo aquele cheiro a madeira e a livros velhos e a sabedoria e a palavras e ideias! É tão bom!


Mas a Shakespeare and Company não é só uma livraria! Também faz saraus, apoia artistas, recebe poetas e escritores que dormem na loja por algum tempo, enquanto estão em processo criativo!
Às vezes ouve-se tocar música, porque alguém decidiu simplesmente experimentar o piano que está no meio da loja...
Mas melhor do que tudo, sente-se sempre aquela liberdade fantástica de quem gosta de ler e aquelas conversas pontuais, entre leitores, enquanto discutem este ou aquele livro, esta ou aquela ideia...

Vale a pena ver!

P.S. E foi lá que eu fiz as minhas duas últimas aquisições: 1984, de George Orwell e Amelia Earhart, The Sound of Wings, de Mary S. Lovell.

domingo, 28 de junho de 2009

À descoberta! - no país da Disney

Eu cá nunca fui muito fã de bonecada, mesmo quando era pequena. Tinha as minhas barbies e as minhas barriguitas, mas como também não tinha ninguém com quem brincar, elas não me atraíam assim muito. A única coisa que me chamava eram mesmo os desenhos animados que davam ao sábado e domingo de manhã, bem cedinho, na televisão!

Mas quando uns amigos nossos vieram cá a Paris e fizeram questão de ir à Eurodisney, nós não dissemos que não. Bem sei que não sou muito de bonecada, mas já agora porque não experimentar?

Posso dizer que não fiquei muito impressionada com as atracções... Enfim, a maior parte não era nada de especial ou era dedicada a crianças. Andei pela primeira vez numa montanha russa a sério (estava excitadíssima!), mas jurei para nunca mais! Ia morrendo! Depois da primeira descida fechei os olhos, agarrei-me bem e desejei nunca ter entrado. O que me valeu é que aquilo só durou 2 minutos! Mas foi horrível! Pronto, pelo menos já experimentei e já sei o que é! Mas também nunca mais me meto numa destas!

Quanto aos cenários... esses sim, valeram a pena! Eram espectaculares! Pareciam saídos de um conto de fadas, de um filme do Indiana Jones, de uma cena Western, de um mundo de ficção científica, de um livro fantástico... Enfim, era tudo tão lindo! Parecia mesmo ter entrado no país das maravilhas! Só fiquei triste de não ter visto o Mickey pelas ruas... queria tirar uma foto com ele!

Mas palavras para quê? Aqui vão as imagens!



















terça-feira, 2 de junho de 2009

À descoberta! - por terras orientais

Adoro o oriente! Adoro a sua comida picante, exótica, afrodisíaca (não há nada como comer um bom caril de frango, hot, hot com as mãos, acompanhado de um bom chapathi), gosto de alguma da arte que se cria por aqueles lados, vejo que os ideais de algumas culturas são muito mais ricos do que aqueles que a nossa cultura ocidental alberga, acho interessante como a visão que eles têm do sexo é bem mais simples, plena e sem tabus do que a ocidental... e mais do que isso, adoro aquela espiritualidade que muitos cultivam. Bem sei que nem todas as culturas asiáticas são assim, mas também elas são tantas e tão diferentes! Que riqueza vai por aquelas bandas, meus deuses, que riqueza!

Dizem que o Musée Guimet tem exposta uma das maiores colecções asiáticas fora da Ásia, e imagino que seja verdade.
Da Índia ao Tibete, da China ao Japão e por aí em diante. Não desgostei da exposição, aliás porque a arte asiática me interessa muito e foi o primeiro museu asiático que visitei, mas em termos gerais, como museu já vi melhor. Achei que para além de ter muito do mesmo, o museu peca na falta de informação. Uma placa que me diz a que tempo e a que zona pertence a peça não é suficiente... E o facto de o museu só usar a língua francesa como único meio de comunicação com o seu visitante é realmente, nos dias de hoje, mais do que ridículo. Uma coisa boa, no entanto, são os audio-guides, em várias línguas (mas sem a portuguesa, infelizmente) e gratuitos! A informação que apresentam é muito interessante, é pena é que só cubra algumas peças.

No geral, e apesar de alguns aspectos menos positivos, posso dizer que gostei de ver a colecção. O museu tem realmente peças lindíssimas, não há dúvida! Também achei interessante ver como os vários países representam Buda. E como algumas culturas pareceram adquirir também algumas influências da cultura ocidental. E a mitologia deles, enfim, é uma delícia!
Bom, fica ali perto da Torre Eiffel! Não há que enganar!